domingo, 23 de abril de 2017

Tempo bonito na tarde deste domingo em Nossa José da Penha. Que Deus mande bençãos de chuvas!

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Foto: Mikaelly
 

Presidente dos Correios diz que demissões ainda estão em estudo


O presidente dos Correios, Guilherme Campos, afirmou que a demissão de funcionários continua sendo estudada pela estatal. Segundo ele, que participou de audiência pública promovida por diversas comissões da Câmara dos Deputados nesta semana, seria necessário demitir para ajustar a folha de pagamento e minimizar os prejuízos que somaram mais de R$ 4 bilhões em 2015 e 2016 e já são estimados em R$ 400 milhões no primeiro trimestre deste ano.
Em 2016, a empresa já havia anunciado um programa de desligamento incentivado (PDI) com a finalidade de desligar pelo menos 8 mil dos 117 mil funcionários, mas só 5,5 mil aderiram, o que já proporcionaria uma economia de R$ 700 milhões por ano.

Fonte: Robson Pires.

2ª Cavalgada do TRABALHADOR em Nossa José da Penha/RN.

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sábado, 22 de abril de 2017

Forró & Vaquejada! Uma Paixão Nordestina

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PRAZO PARA ENVIAR DECLARAÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA ACABA EM UMA SEMANA

 

O contribuinte que ganhou mais de R$ 2.196 por mês no ano passado, incluindo o décimo terceiro salário, tem mais uma semana para acertar as contas com Leão. Acaba no próximo dia 28 o prazo para enviar a declaração do Imposto de Renda Pessoa Física.

Segundo o balanço mais recente divulgado pela Receita Federal, pouco mais da metade dos contribuintes haviam cumprido a obrigação com o Fisco. Um total de 14.585.859 declarações haviam sido recebidas até as 17h de ontem (20). O número equivale a 51,5% do total de 28,3 milhões de documentos esperados.

O prazo de entrega começou em 2 de março e vai até as 23h59 da próxima sexta-feira (28). O programa gerador da declaração está disponível no site da Receita Federal. A declaração do Imposto de Renda é obrigatória para quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 no ano passado.

CONCURSO PARA SOLDADO DO CORPO DE BOMBEIROS DO RNTEM MAIS DE 13 MIL INSCRITOS


 
O concurso público para cargo de Soldado do Corpo do Bombeiros Militar  do Rio grande do Norte Registrou um total de 13.209  inscritos, onde concorreram a uma das 70 vagas oferecidas, em ampla concorrência tanto para homens quanto para mulheres. A remuneração inicial é de R$ 2.904,00. A concorrência ficou em 188,7 concorrendo em uma das vagas.

Dia 20 de Maio você já tem encontro marcado na HiCores com show "SO BEXTERA" de "DONA IRENE".

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Data confirmada
Totalmente GRATUITO

Você e sua família não pode ficar de fora de uma noite muito divertida... 
Com uma mega estrutura, estamos organizando tudo com muito carinho para atender a todos, e conforta-los para que a prioridade da noite seja a diversão!

Dia 20 de Maio você já tem encontro marcado na
HiCores com show "SO BEXTERA" de "DONA IRENE".

o 1° de muitos eventos que Deus abençoará!

PS: Os apoios serão divulgados em breve junto com novos cartazes durante os 30 dias de divulgação.
 
Via HiCores
 

INSS economiza R$ 1,6 bilhão com pente-fino em benefícios

Estão sendo convocados 530 mil beneficiários do auxílio-doença que não passam por perícia há mais de dois anos
A revisão dos benefícios por incapacidade do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já gerou uma economia de R$ 1,6 bilhão desde o segundo semestre do ano passado.
O Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário (MDSA) constatou que 1,7 milhão de pessoas recebiam o benefício há mais de dois anos sem passar por perícia médica e, por isso, iniciou o processo de pente-fino. Até agora, foram enviadas cerca de 248 mil cartas de convocação.
A primeira leva de perícias revisou 87,5 mil benefícios, dos quais 73,3 foram cancelados, isto é, 84% do total. “O objetivo é colocar no devido lugar o gasto público. Há pessoas que deveriam ficar três meses com o auxílio, mas recebem há dois, três anos. Falta dinheiro para quem realmente precisa, o que sobrecarrega o sistema”, explica o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra.
Cerca de 11,5 mil convocados não compareceram às perícias e tiveram os benefícios cancelados. Além disso, cerca de 9 mil benefícios foram convertidos em aposentadoria por invalidez; 1,1 mil, em auxílio-acidente; e 415 em aposentadoria por invalidez com acréscimo de 25% no valor do benefício. Outras 3,6 mil pessoas foram encaminhadas para reabilitação profissional.

“Quem recebe indevidamente lesa a poupança dos trabalhadores duas vezes. Primeiro, porque tira o benefício de quem tem direito e, segundo, porque o segurado deixa de contribuir para a Previdência”, avalia o secretário executivo do MDSA, Alberto Beltrame.

Aposentados por invalidez com menos de 60 anos que estão há mais de dois anos sem avaliação médica também serão convocados. A estimativa do governo federal é que a revisão dos benefícios por incapacidade gere uma economia anual de R$ 8 bilhões. As revisões periódicas são obrigatórias, mas não estavam sendo realizadas pelo governo passado.
A convocação é feita por carta com aviso de recebimento. Após o comunicado, o segurado tem cinco dias úteis para agendar a perícia pelo número 135. O beneficiário que não atender à convocação ou não comparecer na data agendada terá o benefício suspenso.
 
Fonte: Portal Brasil, com informações do MDSA 

Destruir provas dá cadeia. Moro prenderá Lula?


 
POR JOSIAS DE SOUZA
Em depoimento devastador, Léo Pinheiro confirmou velhas suspeitas e atravessou no caminho de Lula uma acusação nova. O ex-presidente da OAS disse a Sergio Moro que Lula lhe pediu para destruir provas das propinas que pagou ao PT por intermédio do então tesoureiro João Vaccari. Pela lei, isso dá cadeia. Que o diga Marcelo Odebrecht. A pergunta do momento é: o juiz da Lava Jato terá disposição para colocar Lula preventivamente atrás das grades antes de uma condenação confirmada na segunda instância do Judiciário?

De toda a turma do canteiro de obras, lugar de movimentos pesados e muita lama, Léo Pinheiro era o que tinha mais intimidade com Lula. Gostavam de jogar conversa fora juntos. Num dos encontros, contou o empreiteiro a Moro, Lula “textualmente me fez a seguinte pergunta: ‘Léo, o senhor fez algum pagamento a João Vaccari no exterior?’. Eu disse: ‘Não, presidente, nunca fiz pagamento a essas contas que nós temos com Vaccari no exterior’.”

Segundo Léo, Lula engatou outra pergunta: “Como você está procedendo os pagamentos para o PT?”. E ele: “Através do João Vaccari. Estou fazendo os pagamentos através de orientações do Vaccari, de caixa dois, de doações diversas que nós fizemos a diretórios e tal.” Sobreveio, então, a ordem do morubixaba do PT: “Você tem algum registro de algum encontro de contas feitas com João Vaccari…? Se tiver, destrua”.

Prevista no terceiro capítulo do Código de Processo Penal, a prisão preventiva pode ser decretada em qualquer fase do processo —durante o inquérito policial ou no curso da ação penal. Diz o artigo 312: “A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria.”

No caso específico, a prisão de Lula se justificaria, em tese, “por conveniência da instrução criminal” e “para assegurar a aplicação da lei”. Um réu que encomenda a destruição de provas não está senão criando obstáculos para impedir que a lei se cumpra. Se quisesse, Moro poderia invocar o artigo 312 do Código de Processo Penal contra Lula, aprisionando-o por tempo indeterminado.

Entretanto, se estiver com os miolos no lugar, Moro perceberá que há um limite depois do qual o rigor deixa de ser uma virtude na rotina de um magistrado. No momento, é desnecessária e arriscada a detenção de Lula. É desnecessária porque, se há um esforço para atrapalhar a produção de provas, não está funcionando. É arriscada porque a ordem pode ser revogada por um tribunal superior mediante recurso. Melhor reunir as evidências e produzir uma sentença sólida.

Blog do BG: http://blogdobg.com.br/#ixzz4etqSlHAG

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Somente professores formados em educação física poderão dar aulas da disciplina

    
A aprovação pelos deputados distritais, nesta terça-feira (18), da obrigatoriedade da presença de professor licenciado em Educação Física no sistema de ensino do Distrito Federal, desde as séries iniciais do ensino infantil, foi comemorada pela categoria, que lotou a galeria da Câmara Legislativa para acompanhar a apreciação da matéria.
O Projeto de Lei nº 903/2016, de autoria de vários deputados, assegura que somente aqueles que tiverem formação completa no curso superior de Educação Física poderão exercer a docência e orientar a prática da disciplina na rede pública do DF.
A ideia é garantir que a educação física seja integrada à proposta pedagógica dos estabelecimentos de ensino. O PL estabelece ainda prazo de um ano para que a prática seja implantada no ensino infantil e nos quatro primeiros anos do ensino fundamental. A proposição foi aprovada em redação final e seguirá para a sanção do governador.
Internacional – Os deputados distritais também aprovaram, em segundo turno, projeto do Executivo que autoriza a Administração Pública direta e indireta do DF a se filiar às redes, fóruns, organismos e instituições de caráter internacional. Ao encaminhar o PL nº 1.364/2016 à Câmara Legislativa, o governador explicou que o objetivo é "promover a inserção internacional do Distrito Federal", destacando o crescente protagonismo de governos locais no cenário global.
A proposição aprovada autoriza ainda o pagamento de contribuição a título de custo anual fixo de filiação a instituições e organismos internacionais. Os parlamentares concordaram com duas emendas, propostas pelo deputado Wasny de Roure (PT), que foram acrescentadas à matéria: as filiações deverão ser encaminhadas ao Legislativo para homologação e, em caso de prestação de serviço ou consultoria, somente poderão ser efetivadas caso a Administração Pública não possa executar as atividades ou não seja possível contratar empresa nacional.
Turismo – A Câmara também aprovou, em segundo turno, o PL nº 507/2015, da deputada Celina Leão (PPS), que institui o Plano de Desenvolvimento de Turismo Sustentável da Fercal, elaborado, segundo a parlamentar, em concordância com as sugestões do grupo de trabalho responsável pelo Plano de Turismo Sustentável daquela região administrativa. A proposta prevê ações "que estejam em harmonia com os usos permitidos na APA (Área de Proteção Ambiental) de Cafuringa".
Marco Túlio Alencar - Coordenadoria de Comunicação Social

12º Encontro dos Amantes da Poesia em Nossa José da Penha/RN.

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PAPA RECUSA VISITA AO BRASIL E ENVIA CARTA PUXADO A ORELHA DE MICHEL TEMER

Em uma carta na qual recusa um convite para visitar o Brasil, o papa Francisco cobrou o presidente Michel Temer para evitar medidas que agravem a situação da população carente no país.
A correspondência foi uma resposta a outra enviada pelo mandatário no fim de 2016, na qual o líder da Igreja Católica era convidado formalmente para as celebrações dos 300 anos da aparição de Nossa Senhora Aparecida, comemorados em 2017. “Sei bem que a crise que o país enfrenta não é de simples solução, uma vez que tem raízes político-econômicas, e não corresponde à Igreja nem ao Papa dar uma receita concreta para resolver algo tão complexo”, escreveu o Pontífice, segundo trecho publicado pelo jornalista Gerson Camarotti, da “Globo News”.
“Porém não posso deixar de pensar em tantas pessoas, sobretudo nos mais pobres, que muitas vezes se veem completamente abandonados e costumam ser aqueles que pagam o preço mais amargo e dilacerante de algumas soluções fáceis e superficiais para crises que vão muito além da esfera meramente financeira”, acrescentou.
 
Fonte:Robson Pires

Dezesseis ônibus foram alvos de ataques incendiários em Fortaleza


Seis pessoas foram presas suspeitas de ataques a ônibus na tarde desta quarta-feira (19) em Fortaleza. No total, 16 ônibus foram destruídos em ataques incendiários ocorridos simultaneamente no início da tarde. Um dos suspeitos foi preso com uma arma de fogo e já responde por tráfico de droga.
A polícia suspeita de que a ação foi uma represália motivada por transferência de presos e ações nos presídios que retiraram regalias dos detentos. Por conta dos ataques, a população de Fortaleza ficou sem ônibus na tarde desta quarta. Os coletivos voltaram a circular às 18h, com reforço da Polícia Militar.
"O estado não pode parar. Nós vamos garantir a circulação dos ônibus e a garantia de as pessoas irem e voltaram para o trabalho", afirmou o secretário da Segurança do Ceará, André Costa, em entrevista coletiva após os ataques.
Os ataques ocorreram nos bairros Barroso (1), Jangurussu (2), Edson Queiroz (3), Barra do Ceará (1), Siqueira (1), Conjunto Palmeiras (2), Parque Dois Irmãos (1) e Aerolândia (1), em Fortaleza; e quatro nas cidades da Região Metropolitana, sendo Maracanaú, Horizonte, Eusébio e Pacajus.
O motorista de um dos coletivos sofreu queimaduras e foi socorrido para o Instituto Dr. José Frota (IJF), mas não corre risco de vida. Além disso, dois veículos da Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) e outro da Enel Distribuição Ceará foram incendiados nos bairros Jangurussu, Vila União e Jardim das Oliveiras, respectivamente. Uma viatura do Departamento Municipal de Trânsito (Demutran) da Caucaia também foi incendiada por criminosos.

Ameaças em carta
Mais cedo, uma carta foi deixada próxima a um ônibus atacado supostamente assinada por uma facção criminosa reclamando das transferências e ameaçando novos ataques a veículos e órgãos públicos.
Por conta dos ataques simultâneos, os ônibus deixaram de circular durante a tarde desta quarta-feira; faculdades suspenderam aulas; muita gente ficou sem opção para voltar para casa, e o transporte alternativo cobra valores superfaturados.
A polícia também investiga se o combustível utilizado nos ataques foi adquirido em um depósito clandestino no Bairro Mucuripe, em Fortaleza. Até a noite desta quarta, a SSPDS havia divulgado a prisão de um suspeito de envolvimento na série de crimes.
Fonte: G1

Câmara aprova urgência e reforma trabalhista pode ser votada até maio

Após ser derrotado no dia(18), a base governista venceu neste dia (19) a oposição e conseguiu 287 votos favoráveis à aprovação do regime de urgência para a votação do Projeto de Lei 6.787/16, que trata da reforma trabalhista. Os contrários à urgência do projeto somaram 144 votos. Com a aprovação do regime de urgência, não será possível pedir vista ou apresentar emendas à matéria na comissão especial que analisa o substitutivo do deputado Rogério Marinho (PSDB-RN).
 
O relatório apresentado na comissão mantém a prevalência dos acordos coletivos em relação à lei, conforme previsto no texto original, e acrescenta outras modificações, como regras para o teletrabalho e o trabalho intermitente. O texto poderá ser votado diretamente no plenário já na próxima semana ou no início de maio.

 
A sessão destinada à votação foi marcada por forte embate entre oposição e governo. Deputados da oposição criticaram a inclusão do requerimento de urgência na ordem do dia, classificando-a de manobra regimental, pois a matéria já havia sido rejeitada na noite de terça-feira.
A confusão teve início após o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ter encerrado a sessão que votava os destaques ao projeto de recuperação fiscal dos estados superendividados, cujo texto base havia sido aprovado na noite anterior, e chamado nova sessão exclusivamente para votar o requerimento.
 
O líder da minoria, José Guimarães (PT-CE), acusou o governo de querer votar a matéria a “toque de caixa”. “Não se mexe tanto com a vida dos trabalhadores e se faz as coisas desse jeito. Não é aconselhável votar isso hoje, porque esse clima de tensão que se está estabelecendo aqui dentro impede que o Parlamento consiga dialogar”, disse.
 
O líder do governo, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), justificou a nova tentativa de votação do requerimento com o argumento da necessidade de deliberar logo a matéria. “Quem quiser que ganhe o debate no argumento. Nós hoje estamos cumprindo de forma democrática aquilo que prevê o regimento dessa casa, respeitando a todos e votando uma matéria que é importante sim para o país”, disse.
 
Maia continuou com o processo de votação do requerimento que abre a possibilidade de que o projeto seja votado na próxima semana. Houve bate boca e deputados da oposição chegaram a subir na mesa diretora para protestar.
 
“O que está acontecendo aqui é muito sério. Essa matéria já foi votada no dia de ontem e não foi aprovada. O regimento é claro, essa matéria não poderia voltar a estar na pauta no dia de hoje. Não podemos voltar ao tempo do Eduardo Cunha”, disse o líder do PSOL, Glauber Braga (RJ), referindo-se ao ex-presidente da Casa, que ficou marcado por repetir votações de cujo resultado discordava.
 
Proposta de acordo
A oposição defendia a retirada do requerimento da pauta e propunha um acordo para se votar o projeto que altera vários artigos da legislação trabalhista no dia 8 de maio, após debate e votação na comissão especial que analisa a matéria.
 
Maia disse que não iria interromper a votação e que, após reunião, a oposição não quis fechar um acordo para que o projeto fosse votado em uma data intermediária, até o dia 3 de maio. “O PT não quis votar essa matéria no dia 3 de maio, então não teve acordo por esse motivo. Se a base tiver voto, a base ganha. Se não tiver, perde”, disse Maia.
 
O líder do PT, Carlos Zaratini (SP), confirmou o encontro, mas questionou a data com o argumento de que era necessário discutir melhor a matéria na comissão. “Era uma solução de acordo adiarmos essa votação para a semana do dia 8 de maio, já que na semana que vem poderia ser discutido na comissão especial, afunilando o debate para fazermos a votação no dia 8. Essa foi a nossa proposta”, rebateu.
 
Recuperação fiscal dos estados
Antes da votação do requerimento, após mais de cinco horas de debates, os deputados haviam deliberado dois dos 16 destaques ao projeto de recuperação fiscal dos estados superendividados. Foram rejeitados dois destaques, um do PCdoB e outro do PSOL, que pretendiam retirar as contrapartidas dos estados para aderir ao plano de recuperação.
 
Com a decisão de votar o requerimento, Maia adiou para a próxima semana a conclusão da votação dos destaques ao projeto.
Agência Brasil

21 DE ABRIL:DIA DE TIRADENTES

  No dia 21 de abril é comemorado no Brasil o Dia de Tiradentes, uma data criada para homenagear Joaquim José da Silva Xavier, um ativista político que se transformou em herói nacional.

Antes de 1822, o Brasil não era considerado um país independente. Era apenas um território que pertencia a Portugal. Sendo assim, tudo que era produzido pela colônia, como era chamado, tinha que ser enviado para lá. Os impostos pagos pela população do Brasil pelos produtos consumidos eram muito altos. Com isso, o povo vivia oprimido. Nesse contexto, nasceu Joaquim José da Silva Xavier, em São João Del Rei, em Minas Gerais, no ano de 1746.
Ele desempenhou várias funções como tropeiro, minerador, fez parte do regimento militar dos Dragões de Minas Gerais e até dentista ele foi, profissão esta que lhe rendeu o nome de Tiradentes. Tiradentes não se conformava com a exploração vivida pelo Brasil. Ele queria que a nossa pátria fosse livre. Então, decidiu se unir a outras pessoas que tinham os mesmos objetivos, entre eles, advogados, poetas e padres, para tentar libertar o Brasil dessa situação. Devido a sua boa oratória e espírito de liderança, foi o escolhido para comandar o movimento conhecido como Inconfidência Mineira, ocorrido em 1789.
O objetivo era fazer, no chamado dia da “derrama” (em que eram cobrados da população os impostos atrasados), um protesto, alertando as pessoas sobre o plano de libertação e em seguida prendessem o governador Visconde de Barbacena. Mas o plano não deu certo. Tiradentes foi traído por um companheiro de luta: Joaquim Silvério. Joaquim devia 700 contos ao rei de Portugal e, para ter a dívida perdoada, entrou no grupo de Tiradentes, se informou do plano e denunciou ao próprio Visconde de Barbacena.
Trinta e quatro membros do movimento foram presos, acusados de traição à coroa portuguesa. Onze deles foram condenados à morte, mas todos tiveram as penas amenizadas, menos Tiradentes. Ele foi enforcado no dia 21 de abril de 1792, no Rio de Janeiro. Antes de morrer, Joaquim da Silva Xavier disse: “Jurei morrer pela independência do Brasil, cumpro a minha palavra! Tenho fé em Deus e peço a Ele que separe o Brasil de Portugal”.