sábado, 10 de abril de 2021

Fiocruz aponta que pandemia de Covid-19 deve permanecer crítica em abril e recomenda restrições

 

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) emitiu alerta que a pandemia de Covid-19 no Brasil deve permanecer em níveis críticos ao longo de todo o mês de abril. Os pesquisadores defendem a adoção de um lockdown para conter a transmissão e ressaltam que 23 estados, incluindo o Ceará e o Distrito Federal, estão em situação grave

Em boletim extraordinário publicado nesta terça-feira (6), a Fiocruz ressalta que houve aceleração da transmissão da Covid-19 na última semana e permanência de valores altos de positividade dos testes. A letalidade da doença, que era de 2% no final de 2020, chegou a 4,2%. 

De 28 de março a 3 de abril, o País registrou diversos recordes da doença, superando a marca de 3 mil mortes diárias. Os dados da semana passada apontam diminuição de 2% do número de casos por dia e aumento de 1,5% do número de mortes ao dia. Isso pode representar tendência de estabilidade, mas não de contenção da pandemia, conforme os especialistas. 

Ceará e outros dezoito estados têm taxas de ocupação hospitalar superior a 90%Fortaleza e outras vinte capitais estão na mesma situação crítica. 

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Legenda: Ocupação dos leitos de UTI do Sus no Brasil
Foto: Reprodução/Fiocruz

Apenas Roraima está fora da zona de alerta, com taxa de ocupação dos leitos de Unidade de Terapia Intensitva (UTI) em 49%. Estão no nível de alerta médio o Amazonas (taxa de 75%) e a Paraíba (77%). Todos os outros estados e o Distrito Federal estão em alerta crítico de ocupação dos leitos de UTI. Em 15 de março, apenas Roraima estava fora da zona crítica. 

Entre os dias 29 de março e 5 de abril de 2021, as taxas de ocupação de leitos de UTI apresentaram reduções em Roraima (de 62% para 49%), Amapá (de 100% para 91%), Maranhão (de 88% para 80%), Paraíba (de 84% para 77%) e Rio Grande do Sul (de 95% para 90%). Em contrapartida, houve piora em Sergipe, com a taxa subindo de 86% para 95%.

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Legenda: Evolução das taxas de ocupação dos leitos de UTI no Brasil
Foto: Reprodução/Fiocruz

MEDIDAS DE RESTRIÇÃO

O boletim ressalta que a crise do sistema de saúde atinge 23 estados e o Distrito Federal, constituindo situação bastante grave.

"É essencial neste momento a adoção, ou continuidade da adoção, de medidas urgentes, que envolvem a contenção das taxas de transmissão e crescimento de casos por meio de medidas de bloqueio ou lockdown, acompanhadas de respostas na ampliação da oferta de leitos com qualidade e segurança, bem como prevenção do desabastecimento de medicamentos e insumos", afirma o boletim. 

Conforme a Fiocruz, os efeitos das diferentes medidas de restrição adotadas pelos estados e municípios devem ser sentidos de 3 a 4 semanas após adoção consistente. Essas medidas produziram êxitos localizados, mas precisam ser seguidas por mais tempo para garantir diminuição do número de óbitos e de internações, de acordo com a fundação. 

Os especialistas recomendam medidas de restrição das atividades não essenciais para todos os estados e regiões de saúde com taxa de ocupação acima de 85%. A recomendação é que as medidas sejam adotadas por pelo menos 14 dias, a depender da amplitude e do rigor da aplicação. 

  • A proibição de eventos presenciais como shows, congressos, atividades religiosas, esportivas e correlatas em todo território nacional;
     
  • A suspensão das atividades presenciais de todos os níveis da educação do país;
     
  • O toque de recolher nacional a partir das 20h até as 6h da manhã e durante os finais de semana;
     
  • O fechamento das praias e bares;
     
  • A adoção de trabalho remoto sempre que possível, tanto no setor público quanto no privado;
     
  • A instituição de barreiras sanitárias nacionais e internacionais, considerados o fechamento dos aeroportos e do transporte interestadual;
     
  • A adoção de medidas para redução da superlotação nos transportes coletivos urbanos;
     
  • A ampliação da testagem e acompanhamento dos testados, com isolamento dos casos suspeitos e monitoramento dos contatos.

"É fundamental neste momento de crise, que exige medidas combinadas e complexas, que haja uma coerência e convergência dos diferentes poderes do Estado brasileiro (Executivo, Legislativo e Judiciário), bem como dos diferentes níveis de governo (municipais, estaduais e federal) em favor das medidas de bloqueio", ressalta a Fiocruz. 

Diário do Nordeste

Reinfecção de Covid-19 pode ser acompanhada de sintomas mais fortes, diz estudo


Um artigo que será publicado em maio na revista Emerging Infectious Desease (EID), dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC/EUA), mostra que uma primeira exposição à Covid-19 em casos brandos ou assintomáticos pode não produzir resposta imunológica e que a pessoa pode se reinfectar, inclusive, com a mesma variante. A segunda infecção pode provocar sintomas mais fortes do que a primeira, indica o estudo. 

O artigo Evidência genética e resposta imunológica do hospedeiro em pessoas reinfectadas com Sars-CoV-2 foi coordenado pelo pesquisador Thiago Moreno, do Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS/Fiocruz). A pesquisa envolve ainda pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), do Instituto D’Or de Ensino e Pesquisa (Idor) e da empresa chinesa MGI Tech Co.

Os dados mostram que para a parcela da população que tem a doença na forma branda (em que não é necessária a hospitalização) isso não significa que fique imune ou que uma reinfecção evolua de forma benigna. O estudo indica ainda que a reinfecção pode ser mais frequente do que se supõe.

O caso de ser infectado pela mesma variante acontece porque o paciente não teria criado uma memória imunológica. No caso de uma outra cepa, ela “escaparia” da vigilância, não seria reconhecida pela memória gerada anteriormente por ser um pouco diferente.

Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores acompanharam semanalmente um grupo de 30 pessoas de março de 2020, no início da pandemia, até o fim do ano. Destas, quatro contraíram o Sars-CoV-2, sendo que algumas foram infectadas pela mesma variante. Os pesquisadores, então, sequenciaram o genoma do vírus no caso da primeira infecção e depois na segunda para poder compará-los. 

“O método de sequenciamento genético desenvolvido pela MGI permitiu detectar o vírus mesmo em amostras com baixa carga viral. Hoje, Bio-Manguinhos [Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fiocruz] tem algumas dessas máquinas”, conta Moreno.

Nos quatro casos, a primeira infecção se deu com sintomas brandos. Na segunda, os sintomas foram mais frequentes e mais fortes, mas não necessitaram de hospitalização.
“Essas pessoas só tiveram de fato a imunidade detectável depois da segunda infecção. Isso leva a crer que para uma parte da população que teve a doença de forma branda não basta uma exposição ao vírus, e sim mais de uma, para ter um grau de imunidade”, conta Moreno. “Isso permite que uma parcela da população que já foi exposta sustente uma nova epidemia”.

E uma terceira infecção poderia ocorrer? Thiago Moreno não acha impossível. “A gente não sabe quanto tempo dura a imunidade pós-Covid. Uma pessoa poderia ficar vulnerável a uma nova reinfecção ou mesmo a contrair uma variante diferente”, explica.

O novo estudo pode dar margem a mais pesquisas, como por exemplo investigar se uma pessoa pode ter uma predisposição a contrair o Sars-CoV-2. “Mas, para isso, seria necessário um grande estudo, com uma grande parte da população, a fim de investigar uma base genética para essa predisposição entre as pessoas que não geraram uma resposta ao vírus”, conclui.

Por: Cristina Azevedo (Agência Fiocruz de Notícias)



Padre Gilvan perdeu pai e irmão em 31 de março, a mãe em 4 de abril e a irmã no dia 5:



'O que está me sustentando é a fé', diz padre que perdeu pais e irmãos na mesma semana por Covid-19

Pároco na Igreja São Pedro e São Paulo, no bairro Quintino Cunha, em Fortaleza, o padre Gilvan Manuel da Silva, 40, perdeu quatro familiares em uma mesma semana devido às complicações da Covid-19. No último dia de março, o pai, Manoel Anísio, de 83 anos, e o irmão, Vicente Manoel, aos 52, foram os primeiros a falecer. Quatro dias depois, em 4 de abril, foi a vez de receber a notícia do óbito da mãe, Antonia Rosa (83). 

No dia seguinte, a irmã, Rosa Maria da Silva (60), também não resistiu. Os pais e a irmã faleceram no Piauí e o irmão em São Paulo. Todos estavam internados. “O que está me sustentando é a fé”, revela o padre, ao mencionar as perdas.

Segundo o padre, o primeiro infectado foi o irmão, que mora em São Paulo. “Ele que ficou mais grave, foi intubado e faleceu. Outros dois irmãos também tiveram, mas de forma leve. Depois, já no Piauí, minha irmã pegou e, sucessivamente, o meu pai e a minha mãe. Os quadros clínicos deles foram iguais: muita falta de ar e necessidade de hospitalização. Nenhum tinha comorbidades”, pontua. 

O pároco relembra que os familiares não chegaram a tomar a vacina devido ao processo lento em Piripiri, interior do Piauí, onde viviam. “Quando foi disponibilizado para a idade deles na cidade, eles já estavam internados”.


A morte abala as estruturas de qualquer pessoa, seja médico, padre. Já é humanamente sem resposta. Não há nada que preencha a falta daquela pessoa que se foi. Eu fico muito dividido entre o padre, o filho e o irmão, já que foram muitas perdas em um período curto e significativo que é a Semana Santa"
GILVAN MANUEL DA SILVA
Padre

"Como sacerdote, hoje eu me sinto renovado pela igreja, pelas mensagens dos amigos, pelo consolo, e eu tenho percebido como isso é bom de receber, já que humanamente é muito difícil aceitar essa separação repentina”, declara o Padre Gilvan.

Irmã morava próximo aos pais, no Piauí, e mantinha contato quando foram infectados
Legenda: Irmã morava próximo aos pais, no Piauí, e mantinha contato quando foram infectados
Foto: Arquivo pessoal

O sacerdote é natural de Piripiri, no Piauí, atua na Igreja São Pedro e São Paulo e faz parte de uma congregação missionária dos Padres Vicentinos. “Venho de uma família muito católica, tanto que decidi ser padre aos cinco anos e hoje estou aqui. Todos sempre me apoiaram. Em 2002, passei cinco anos em Fortaleza, um ano em Petrópolis, quatro anos em Belém e depois voltei para Piripiri para a ordenação”, conta.

ACOMPANHAMENTO

Ainda quando soube do agravamento dos familiares, o sacerdote partiu de Fortaleza para a cidade natal no intuito de acompanhar de perto a evolução dos casos. “Acompanhei os três [pais e irmã] no Piauí, mas não pude ver o meu irmão em São Paulo. Fui ao hospital, cheguei a dar a extrema unção aos meus pais, acompanhei os boletins, liberei os corpos no necrotério e tudo isso fiz pensando no que eu ensinava para o povo de Deus como padre”, diz.

Irmão Vicente Manuel foi o primeiro a apresentar a forma grave da doença na família, em São Paulo
Legenda: Irmão Vicente Manuel foi o primeiro a apresentar a forma grave da doença na família, em São Paulo
Foto: Arquivo pessoal

O sacerdote lembra que, no início da pandemia, celebrava missas na intenção das vítimas, ajudava os mais necessitados, mas nunca imaginou passar por esta situação após um ano. 

“Ao mesmo tempo que eu queria me tornar frágil com as notícias de agravamento do estado de saúde dos quatro, eu me fortalecia naquilo que eu acredito como padre: Jesus está no meio de nós, mesmo nesses tempos caóticos. Eu rezava e transmitia, da sala de casa, o terço e pedia, pela fé, que todo sofrimento fosse passageiro. E eu acredito nisso”.

“JÁ ÉRAMOS UNIDOS PELO AMOR, AGORA ESTAMOS PELA DOR”

Gilvan vem de uma família de 12 irmãos “muito ligados”, como definiu. Na pandemia, os laços se estreitaram e a comunicação virtual prevaleceu. “A gente evitava qualquer proximidade, mesmo quando era preciso ver alguém. Depois de toda a perda, nós ficamos ainda mais unidos. Antes, já éramos unidos pelo amor, agora estamos pela dor”, coloca.

“Nós estamos conversando bem mais uns com os outros, ligamos diariamente, nos consolamos, estamos vivendo o processo das missas de sétimo dia, rezamos e choramos todos os dias juntos. A família se uniu mais profundamente e lembramos, em oração, sempre das outras famílias, aquelas que perderam os seus e não têm mais parentes ou um irmão que console. Estamos tentando tirar o belo daquilo que foi uma tragédia”.

Fonte: Diário do Nordeste





FOI UMA CENA FORTE UNGIR MINHA MÃE E MEU PAI.

Enquanto paramentava-me no hospital, com as vestes de proteção, mesmo sabendo que era um risco está ali com muitos infectados da covid- 19,eu lembrava da Carta de São Tiago "Algum de vós está enfermo? Chame os presbíteros da Igreja, para que orem sobre sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor" (Tiago 5,14...) logo caiu a " ficha", que eu mesmo seria o presbítero do meu pai e da minha mãe. Foi um momento extremo de emoção e fé, não consegui pronunciar a fórmula,porque a voz veio nas lágrimas.Tocar naquelas mãos e pés que tantas vezes correram ao meu encontro para beijar e abraçar e eu tantas vezes toquei naquelas mãos para dizer: bênção mãe? e bênção pai? foi como resumir a vocação sacerdotal: o sacerdócio é restritamente oferenda. Não ungi para salvá- los corporalmente, mas para preservar e preparar a alma para o grande encontro com o noivo que é Jesus. Minha mãe ao descobrir que aquele "Enfermeiro" que passava o óleo da unção dos enfermos no seu corpo era seu filho padre, logo disse: meu filho, o que você faz dentro do hospital? aqui é muito perigoso, saia. É preciso ter muita fé para saborear esses momentos finais... Eu creio, Senhor.

Via Instagran por Padre Gilvan Manuel 

Muito forte o testemunho do Padre. Força padre, imagino o quanto está sendo difícil, que Jesus e Maria conforte o seu coração, quantas perdas em uma só família. 😔🙏😪 Sigam o

Polícia não tem dúvida de que o vereador Dr. Jairinho é o autor da morte do menino Henry


O delegado Henrique Damasceno, da 16ª DP (Barra da Tijuca), declarou nesta quinta-feira (8) que o vereador Dr. Jairinho matou o enteado, Henry Borel, de 4 anos, no dia 8 de março deste ano, no Condomínio Majestic, no Cidade Jardim, na Barra da Tijuca. A professora Monique Medeiros, mãe do menino, teria sido conivente com o crime.


“Não resta a menor dúvida, em relação aos elementos que nós temos, sobre a autoria do crime, dos dois”, afirmou o delegado durante coletiva realizada nesta quinta-feira (8) sobre a morte do garoto.

O casal está preso provisoriamente e deve ser indiciado por homicídio duplamente qualificado. Segundo Damasceno, os dois atrapalharam as investigações e coagiram testemunhas. “Há provas muito fortes, muito convincentes, a respeito de toda essa dinâmica e da participação de cada um deles”, explicou.

O delegado também descartou a possibilidade de Monique ter sido ameaçada pelo companheiro. “Com bastante sinceridade, não é isso que percebi [que ela tenha sido ameaçada]. Ela teve inúmeros momentos em que ela poderia ter falado conosco, o depoimento foi bastante longo e ela se mostrou bastante à vontade em vários pontos dele”, declarou o delegado.

Com informações do portal Youyes.

FÁTIMA SE PRONUNCIA SOBRE PAGAMENTO DOS SALÁRIOS ATRASADOS ; CONFIR

A governadora Fátima Bezerra (PT) confirmou o pagamento de mais uma parcela dos salários atrasados, deixados pela gestão anterior. A declaração foi dada em entrevista a Rádio Rural de Mossoró nesta sexta-feira (10).

"Em maio, vamos dar continuidade ao pagamento do 13º de 2018", disse. Em fevereiro deste ano, o governo pagou o 13º de 2018 integral para quem recebe até R$ 3.500. Na etapa de maio, deve ser contemplada nova faixa salarial, que será definida pela equipe econômica do governo. "Vai depender da disponibilidade orçamentária, até quanto nós vamos pagar o restante do 13º de 2018 para os servidores", afirmou a gestora.

Fátima Bezerra anunciou também que no final deste mês, deve haver uma reunião com o Fórum dos Servidores e com os sindicatos da Segurança para discutir sobre essa definição.

Fonte: Saulo Vale


Prefeitura contrata quatro profissionais médicos especialistas para melhor atender à população Aguanovense



Pensando sempre no bem estar e numa maior comodidade para a população aguanovense, a Prefeitura Municipal de Água Nova, através da Secretaria Municipal de Saúde, contrata quatro médicos com especialidades diferentes para melhor atender a população aguanovense no próprio município.


Na área de ortopedia Dr. Emanuel Fernandes,

Cardiologista: Dr. Antônio Figueira,

Pediatra: Dr. Francisco Figueiredo

Ginecologista: Dr. Hênio Suassuna.

E a partir do dia 26/04 terá clínico geral, no programa mais médico na UBS da Cidade e no PSF do Carnaubal.

CAMPANHA PELO AMIGO AGUINALDINHO


 

Como muitos sabem, nosso amigo AGUINALDINHO (Aguinaldo Fernandes Dantas Filho) está internado na UTI desde o dia 10/03/2021 devido a complicações da COVID-19.

O quadro agravou-se durante a internação, e ele precisou de um procedimento específico chamado ECMO, o único tratamento viável para recuperar sua função pulmonar neste momento.
🙌🏼
O procedimento com o ECMO foi implantado com sucesso
🙏🏼
, e Aguinaldinho foi transferido para o Hospital Português, em Recife, para dar continuidade ao tratamento. Como a manutenção e acompanhamento desse aparelho não são cobertos por planos de Saúde, nós, amigos e familiares de Aguinaldinho, estamos nos mobilizando para podermos viabilizar os honorários médicos destes cuidados que são de altíssimo custo semanal.
Por isso, estamos lançando essa campanha com o objetivo de arrecadar doações através da transferência bancária, que pode ser feita utilizando os dados abaixo. Os valores doados serão totalmente direcionados ao tratamento de Aguinaldinho.
Dados para doação:
Aguinaldo Fernandes Dantas Filho
Banco do Brasil
Ag. 1668-3
Conta corrente: 16489-5
PIX: 84999279649
Contamos com o apoio e as orações de todos vocês! Qualquer ajuda será muito bem-vinda!
Gente...podem divulgar em grupos de familiares, amigos...nas redes sociais Agradecemos a todos!

VIA FAMILIARES DO JIVEM AGUINALDINHO FERNENDES

Evangelho deste sábado - Evangelho (Mc 16,9-15)


Evangelho (Mc 16,9-15)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.
9Depois de ressuscitar, na madrugada do primeiro dia após o sábado, Jesus apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual havia expulsado sete demônios. 10Ela foi anunciar isso aos seguidores de Jesus, que estavam de luto e chorando.11Quando ouviram que ele estava vivo e fora visto por ela, não quiseram acreditar. 12Em seguida, Jesus apareceu a dois deles, com outra aparência, enquanto estavam indo para o campo. 13Eles também voltaram e anunciaram isso aos outros. Também a estes não deram crédito. 14Por fim, Jesus apareceu aos onze discípulos enquanto estavam comendo, repreendeu-os por causa da falta de fé e pela dureza de coração, porque não tinham acreditado naqueles que o tinham visto ressuscitado. 15E disse-lhes: "Ide pelo mundo inteiro e anunciai o Evangelho a toda criatura!"
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

 

Santa do Dia! Santa Madalena de Canossa

Oração: Deus de amor e de bondade, que criastes o ser humano para a felicidade, ajudai-nos, pela intercessão de Santa Madalena de Canossa, a descobrir que a nossa alegria só é completa quando repartimos nosso tempo e nossos bens com aqueles os mais pobres. Por Cristo Nosso Senhor. Amém! 

sexta-feira, 9 de abril de 2021

Eu Creio e Confio Amém! Boa Noite!




Bolsonaro autoriza, e governo faz campanha por distanciamento e máscara .

 

 Após autorização dada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o Palácio do Planalto promove campanha a favor do uso da máscara de proteção facial e pelo distanciamento social. Trata-se de uma nova fase dentro da campanha divulgada pelo Ministério da Saúde. As mensagens foram publicadas em perfis oficiais do Planalto no Twitter e no Facebook. 
"Mesmo com a vacinação contra a covid-19 avançando cada vez mais, é muito importante continuarmos cuidando uns dos outros. Por isso, lave sempre as mãos com água e sabão ou utilize álcool em gel, evite aglomerações, mantenha o distanciamento e use máscara", diz uma das mensagens nas redes sociais. 

Em seguida, o perfil do Planalto diz: "Contra a covid-19, o cuidado é de cada um. A responsabilidade é de todos. Brasil unido", escreve, acrescentando a hashtag 'Pátria Vacinada'. 

Vacinada'. A nova campanha já vinha sendo preparada antes mesmo da chegada do novo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, à pasta, mas ela não avançava justamente pela resistência do presidente da República. Queiroga, porém, insistiu, inclusive publicamente, afirmando que "daria o exemplo" e defenderia o uso de máscara e de medidas de distanciamento. Segundo fontes do governos últimos dias Bolsonaro percebeu que precisava ajustar o seu discurso e autorizou a nova campanha. Há receio entre fontes ligadas ao Ministério da Saúde de que o presidente (como é de costume) volte atrás em algum posicionamento e isso acabe gerando insatisfação com Queiroga, que é o quarto titular da Saúde no governo Bolsonaro. Até agora, a Saúde já gastou cerca de R$ 50 milhões em publicidade. Os números da nova campanha ainda não foram divulgados. Além das redes sociais, estão programadas inserções publicitárias em rádio e televisão com o mesmo foco. Além da campanha, o Ministério da Saúde vai lançar nos próximos dias um novo portal com informações atualizadas sobre a covid, com destaque também para as medidas preventivas.

Notícias Uol

LEI QUE PRIORIZA PCDs NA VACINAÇÃO CONTRA A COVID-19 ENTRA EM VIGOR NO RN

 


Entrou em vigor nesta quinta-feira (8), a Lei n.º 10.866 de 7 de abril de 2021, publicada pelo Governo do RN no Diário Oficial do Estado (DOE). O texto dispõe sobre a prioridade da vacinação contra a covid- 19 das pessoas com Transtorno do Espectro Autista, Síndrome de Down, tetraparesia congênita ou paralisia cerebral, ou com doenças raras.

É considerada uma pessoa com deficiência aquela que possui impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, obstruindo sua integração à sociedade em igualdade de condições com outros.

Entre as pessoas que se enquadram à definição de “deficiência”, estabelecida pela Lei Federal nº 13.146/2015, o primeiro grupo prioritário contemplado será o de pessoas com condição médica preexistente e que possa ter seu quadro clínico agravado, caso contaminada pelo coronavírus.

De acordo com a Lei, a estratégia de imunização que estabelecerá as diretrizes e o planejamento de distribuição dos imunizantes está a cargo da Secretaria Estadual da Saúde Pública (Sesap).

Ainda em fevereiro passado, o Governo do RN participou de uma reunião com representantes do Movimento Independente Pró Autismo do RN (MOVIPAutismo) e das Associações Síndrome de Down RN e dos Pais e Pessoas com a Síndrome de Berardinelli do RN (ASPOSBERN). O motivo do encontro era justamente o pedido das entidades em incluir as pessoas com deficiência entre os grupos prioritários na vacinação contra a covid-19.

Sensibilizada com a causa, e mesmo diante da limitação do recebimento insuficiente de vacinas no Rio Grande do Norte, a governadora Fátima Bezerra, disse estar sensível à demanda. “Estamos sensibilizados com a temática de vocês e, mesmo diante de todas essas limitações, pedi para que a Sesap, junto com a Semjidh (Secretaria Estadual de Mulheres, Juventude, Igualdade Racial e Direitos Humanos), defina quais passos podemos dar diante dessa situação”, afirmou à época.

Segundo a coordenadora de Vigilância em Saúde da Sesap, Kelly Lima, a viabilidade do pedido será possível após estudo feito pela Secretaria. Uma das ações é a inclusão de algumas deficiências na plataforma RN+ Vacina para cadastro e atualização do plano de vacinação. “A intenção é incorporar as pessoas com deficiência de forma ampliada na 3° fase da campanha de vacinação em curso”.

TRABALHADORES AUTÔNOMOS FORAM MAIS PREJUDICADOS POR PANDEMIA EM 2020

 

A crise econômica gerada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19) prejudicou mais os trabalhadores por contra própria, revela pesquisa divulgada dia (8) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Segundo o levantamento, essa categoria teve a maior queda no rendimento em 2020.

O pior momento para os trabalhadores autônomos ocorreu no segundo trimestre de 2020, quando a categoria recebeu 24% a menos do que a renda habitual. No quarto trimestre do ano passado, o indicador recuperou-se levemente, mas continuou abaixo dos níveis anteriores à pandemia, com recuo de 10%.

Os trabalhadores privados e sem carteira receberam 13% a menos do que a renda habitual no segundo trimestre e 4% a menos no último trimestre do ano passado. Os trabalhadores privados com carteira assinada não tiveram perda no segundo e no terceiro trimestres de 2020 e encerraram o último trimestre do ano passado ganhando 5% acima da renda habitual. No serviço público, os trabalhadores receberam 1% a mais que a renda habitual no segundo trimestre, 3% no terceiro trimestre e 5% a mais no último trimestre do ano passado.

Realizada com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), a pesquisa comparou a renda média efetiva com a renda média habitual. Enquanto a renda média efetiva caiu por causa do aumento do desemprego e da contratação com salários mais baixos, a renda média habitual subiu porque a perda de ocupações se concentrou nas áreas mais mal remuneradas.

Segundo o Ipea, a elevação da renda habitual para os trabalhadores privados com carteira assinada e o serviço público deve-se ao fato de que a eliminação de postos de trabalho atingiu principalmente os setores de construção, comércio e alojamento e alimentação, além de empregados sem carteira assinada e principalmente trabalhadores por conta própria. Dessa forma, quem permaneceu empregado foram os trabalhadores de renda relativamente mais alta, que puxam o rendimento médio habitual para cima.

Renda efetiva

Ao analisar apenas a renda efetiva dos três últimos meses do ano passado, sem levar em conta a comparação com a renda habitual, a pesquisa mostra que a queda também foi maior entre os trabalhadores por conta própria. Essa categoria encerrou 2020 ganhando 6,7% a menos que no mesmo período de 2019.

O recuo chegou a 1,4% entre os trabalhadores privados com carteira e 0,2% no setor público. Apenas os trabalhadores com carteira assinada recebiam, em média, 1,4% a mais no último trimestre de 2020 em relação aos mesmos meses de 2019, refletindo a recuperação do emprego formal no fim do ano passado.

Para Sandro Sacchet, técnico de planejamento e pesquisa do Ipea e autor do estudo, o fato de ter havido queda nos rendimentos efetivos em alguns grupos de trabalhadores no quarto trimestre indica potenciais efeitos do início da segunda onda da pandemia da covid-19. Segundo ele, os impactos poderão ser compreendidos quando forem divulgados os dados no primeiro trimestre de 2021.

Faixas

Na comparação por faixa de renda, a pesquisa mostra que a pandemia afetou proporcionalmente os mais pobres. Entre o primeiro e o segundo trimestres de 2020, o total de domicílios sem renda do trabalho aumentou de 25% para 31,5%. No quarto trimestre, a proporção chegou a 29%, mostrando uma recuperação lenta do nível de ocupação.

Em relação à quantidade de horas habitualmente trabalhadas, o levantamento mostra que a pandemia não afetou significativamente o indicador. No segundo trimestre, o total de horas trabalhadas caiu para 30,7 horas semanais, recuperando-se para 36,2 horas semanais no terceiro trimestre e encerrando o quarto trimestre em 37,4 horas semanais, com queda de apenas 5% em relação ao último trimestre de 2019.

Caso Henry: entenda os próximos passos após prisão de casal

Foto: Reprodução/Instagram

Henry Borel, de 4 anos, morreu em 8 de março; padrasto e mãe falam em acidente, mas polícia investiga agressão


A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu nesta quinta-feira (8) o vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (sem partido), e sua companheira, a professora Monique Medeiros, no curso do inquérito que apura a morte do filho dela, Henry Borel Medeiros, de 4 anos.

Segundo os policiais, os dois atrapalhavam as investigações, intimidando testemunhas e combinando versões. Ambos negam terem cometido qualquer irregularidade.

Em entrevista coletiva, o delegado responsável pelo caso afirmou não ter dúvida da autoria do crime, envolvendo a mãe e o padrasto de Henry. A defesa deles diz que tomará medidas para tentar a liberdade de Dr. Jairinho e Monique.

Já o promotor de Justiça, Marcos Kac, disse à CNN que o vereador e a mãe do menino estavam de “malas prontas para fugir”. De acordo com ele, duas malas de viagem foram encontradas cheias de roupa durante a diligência da Polícia Civil na manhã desta quinta-feira (8).

O caso ganhou repercussão nacional e comparações com a morte de Isabella Nardoni, que terminou com a condenação em 2010 do pai dela, Alexandre Nardoni e da madrasta, Anna Carolina Jatobá, por assassinato.

Veja o que se sabe até agora sobre o caso de Henry Borel:

• A morte do menino

Henry morreu no Hospital Barra D’Or, na Barra da Tijuca, no dia 8 de março. Ele foi levado para lá pelo casal, que alegava tê-lo encontrado desmaiado no quarto onde dormia. 

O menino estaria com olhos revirados, pés e mãos geladas e dificuldades para respirar. Segundo os médicos, o garoto chegou ao estabelecimento com parada cardiorrespiratória. 

• De acidente a suspeita de agressão

Inicialmente, o caso foi tratado pela polícia como um acidente, como se o menino tivesse caído da cama, mas perícias médicas constataram que a vítima havia sido vítima de agressões.

No Instituto Médico Legal (IML), a necropsia constatou múltiplos sinais de trauma, como equimoses, hemorragia interna e ferimentos no fígado, típicos de agressão.

A Polícia suspeita que Henry tenha morrido depois de ser submetido a uma sessão de torturas por Dr. Jairinho, que nega.

À polícia, o casal afirmou suspeitar que o menino tenha se ferido em uma queda, mas, segundo as investigações, os machucados detectados pela necropsia não são compatíveis com essa alegação.

• Ligação para o governador

Depois da morte do menino, Dr. Jairinho telefonou para o governador em exercício do Rio, Claudio Castro (PSC), e relatou o ocorrido. Castro afirmou ter dito que o caso seria investigado pelas autoridades responsáveis, sem interferências. 

Há relatos de que o vereador teria procurado outras autoridades com objetivo de “acelerar os trâmites” no IML

Nas investigações, a polícia colheu depoimentos de outras agressões supostamente cometidas pelo político, envolvendo mulheres e crianças. A defesa dele nega.

A reportagem da CNN também teve acesso a mensagens enviadas por Dr. Jairinho a vereadores da Câmara Municipal do Rio de Janeiro para tentar se defender das acusações. 

Nas mensagens enviadas no dia 23 de março, duas semanas após a morte do menino, ele diz que o caso se trata de uma ‘'loucura sem tamanho'’ e que sua vida estava sendo '‘destruída gratuitamente’'. Ele reclama de '‘pré-julgamentos’' e diz que é uma '‘testemunha’'.

À esquerda o vereador Dr. Jairinho, à direita Monique Medeiros com o filho Henry
À esquerda o vereador Dr. Jairinho, à direita Monique Medeiros com o filho Henry Borel
Foto: Montagem CNN

• Depoimentos e investigação

Dr. Jairinho e Monique prestaram depoimento, separadamente, para a Polícia Civil do Rio de Janeiro em 17 de março. 

Na ocasião, eles foram ouvidos como testemunhas – e não como investigados. O casal deixou a 16ª DP (Barra da Tijuca) depois de 12 horas e não quis dar entrevistas. Segundo a polícia, os depoimentos só ocorreram nove dias após a morte porque até então Monique estava em estado de choque.

Monique afirmou à polícia acreditar que o filho pode ter acordado, ficado em pé em cima da cama e se desequilibrado, fazendo com que ele caísse no chão.

Ela teria relatado ainda que por volta de 3h30 acordou e, ao dirigir-se ao quarto, encontrou o filho no chão já desacordado. 

Em depoimentos realizados à Polícia Civil após a morte do menino, a babá da criança e a empregada que trabalha na casa da mãe de Henry afirmaram que foram orientadas a concederem entrevistas a uma rede de televisão local, antes de prestarem seus depoimentos à polícia.

Leila Rosangela, empregada doméstica que trabalha na casa de Monique, mãe de Henry, afirmou que as perguntas que a repórter fez foram as mesmas que o advogado havia feito momentos antes da entrevista. 

• Apreensão de celulares e computadores

Dias depois dos depoimentos, a polícia apreendeu onze celulares e dois computadores que pertencem aos pais e ao padrasto de Henry.

Desde que a criança morreu, o casal saiu do imóvel onde morava. Monique está na casa dos pais, em Bangu, na zona oeste do Rio. Jairinho está na residência do pai, o ex-deputado estadual e policial militar Coronel Jairo, também em Bangu.

A polícia esteve nesses endereços e também no do pai de Henry, no Recreio dos Bandeirantes, também na zona oeste. Com Jairinho, apreendeu cinco celulares e um computador. Monique teve apreendidos quatro celulares, e Leniel, dois celulares e um computador.

A polícia considera pouco provável a hipótese de o pai ter responsabilidade sobre a morte de Henry. Ele esteve com o filho no fim de semana antes da morte do garoto, mas o entregou à mãe, às 19h, aparentemente em boas condições de saúde. Apesar disso, Almeida também foi alvo da busca e apreensão.

Dr. Jairinho na Câmara do Rio
O vereador Dr. Jairinho; ele foi preso nesta quinta-feira (8) em investigação sobre a morte do filho da namorada
Foto: Renan Olaz/CMRJ

• Outras decisões judiciais

Além das apreensões, a Justiça autorizou a quebra dos sigilos telefônico e telemático de Monique, Almeida e Jairinho. Além das ligações, será possível verificar eventuais trocas de mensagens pelo WhatsApp, por exemplo, a partir desses telefones.

Outra decisão judicial foi interditar, por trinta dias, o apartamento em que Henry, segundo a mãe, passou mal, no condomínio Majestic, na Barra da Tijuca. Horas após a morte da criança, o imóvel foi submetido a uma limpeza pela faxineira que trabalha para o casal. Essa faxina comprometeu a perícia da Polícia Civil e envolve o primeiro conflito de versões do caso.

Em depoimento à Polícia Civil, a faxineira disse que Monique havia lhe contado sobre a morte. Jairinho afirmou à polícia ter ouvido de Monique que relatou o episódio à faxineira. Já Monique disse não ter contado nada à empregada. 

O advogado do casal, André França Barreto, considera que as versões contraditórias não têm importância por não mudarem a dinâmica dos fatos.

• Reconstituição do caso

Em 1º de abril, Polícia Civil do Rio realizou a reprodução simulada da morte de Henry. Monique e Jairinho não participaram da reconstituição, realizada no apartamento em que eles moravam.

O advogado do casal afirmou que Monique está com depressão e pediu ao delegado responsável pela investigação, Henrique Damasceno, que adiasse a reprodução para depois de 12 de abril.

O policial não concordou e a reprodução foi realizada ao longo de aproximadamente quatro horas.

Um boneco com peso e tamanho semelhantes aos de Henry foi usado para representar a criança.

• Outro inquérito contra Dr. Jairinho

O depoimento de uma ex-namorada de Jairinho ocasionou também a abertura de outro inquérito, este na Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV). 

A mulher, cujo nome não foi divulgado, afirmou que, no período em que namorou o vereador, em 2010, o político agrediu a filha dela. O caso será investigado.

(Com informações do Estadão Conteúdo e da Agência Brasil)